A aroeira-brava (Lithraea molleoides) é nativa do Brasil e do Uruguai. Também é conhecida popularmente como aroeira-branca, aroeirinha, aroeira-do-brejo, aroeira-da-capoeira, bugreiro. (Fonte: Wikipedia)
Pequena árvore pioneira (6 a 12 metros), perenifólia, heliófita, crescendo em solos úmidos e secos. Caule tortuoso, com casca fina, áspera e acinzentada. Folhas alternas, compostas, imparipinadas, com pecíolo alado, com 3 a 5 folíolos, oblongos a oblongos-lanceolados, ápice agudo, base afilada, membranáceos, bordos liso, nervura central proeminente em ambas as faces e com cheiro característico de manga. Flores reunidas em panículas nas axilas das folhas, de coloração amarelo-esverdeadas, pequenas, com cerca de 2mm, cobertas de pêlos e com forte cheiro de manga. Fruto drupa globosa, acinzentado-escuro quando maduro, com cerca de 0,5 cm de comprimento e com uma semente negra. (Fonte: https://www.esalq.usp.br/trilhas/medicina/am14.php). Ocorre em florestas situadas em regiões de altitude, principalmente em formações secundárias. Possui dispersão ampla, porém irregular. Pode ser encontrada no Cerrado, Pampa, Mata Atlântica e Pantanal. Os frutos, folhas e casca são usados para fins medicinais, mas a planta causar sérias dermatites alérgicas em algumas pessoas.